Ela circundou minha objetiva com as mãos. Objetiva lambeu-me
a cara, disse que eu tinha o gosto triste do homem que espera o barco. “Isso é
uma árvore. Soletre árvore”. A língua marrom tocou o fundo dos seus dentes. “A-R-V-O-R-E”.
Não se conformava com o tamanho das árvores que só vira em fotos; nada é maior do que o gelo que derrete,
muito grande, ela falou, esticando a perna, sua vulva não era fria, e botar a
boca nos seus pelos me fazia lembrar da grama.