Tudo mais o
que, meu amor? Vamos fazer panquecas, vamos fazer um bebê clandestino, criá-lo
como se fosse uma lontra, sempre imergindo, sempre no limiar. Eu não me
conformo com a crueldade, não a dele. Quero transformá-lo num lar sem telhado,
na coisa mais verde, no berço. Quero borrifar meus cigarros na sua boca, se pudesse como um camelo de mil estômagos digeriria a comida para você perceber o que te engorda. Aqui
dentro, meu homem, o homem do umbigo imprestável, aqui dentro existe um céu.